Centro Julio Luz sob nova direção

trabalhadores da casa assumem novas tarefas

Cientistas comprovam a reencarnação humana

Desta vez a ciência quântica explica e comprova que existe sim vida (não física) após a morte de qualquer ser humano.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Estudando “O evangelho segundo o Espiritismo”

(O verdadeiro homem de bem) É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: “Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado.” (Cap. 17 – Item 3)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Congresso Espírita do Distrito Federal


Será realizado nos dias 17, 18 e 19 de abril de 2015 o 3° Congresso Espírita do Distrito Federal. O tema abordado será “Evangelho – Fraternidade e Paz”, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF). Participarão os palestrantes Alberto Almeida, Haroldo Dutra Dias, Simão Pedro de Lima, Neuza Zaponni de Melo, Saulo César Ribeiro da Silva e Wagner Gomes da Paixão. Para participar é necessário se inscrever previamente. A organização é da Federação Espírita do Distrito Federal. Para saber outras informações acesse: http://3congressoespiritadf.wordpress.com/

FONTE: FEB

Estudando “A Gênese”, de Allan Kardec

Progredir é condição normal dos seres espirituais e a perfeição relativa o fim que lhes cumpre alcançar. Ora, havendo Deus criado desde toda a eternidade, e criando incessantemente, também desde toda a eternidade tem havido seres que atingiram o ponto culminante da escala. (Capítulo 11 – Item 9)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Imortalidade da alma



A morte amedronta tanto o ser humano, que o faz assumir as mais variadas posturas, desde aquelas infantis, em que demonstra a sua imaturidade, até outras em que chega a negar a sua condição de ser racional. É profundamente estranho que essa criatura, que se pavoneia como o rei da Criação, se mostre tão dolorosamente despreparada diante da única certeza comum a todos os seres humanos: a certeza da morte.

Ao perguntarmos a uma pessoa onde quer ser enterrada quando morrer, quase sempre ouviremos como resposta a designação de um local de sua preferência. Em seguida, ao ser interrogada sobre o destino da sua alma, afirmará ter esperança da sua ida para o Céu. Mas, a fragilidade desse posicionamento é facilmente demonstrável diante de um simples questionamento: E se ela não for para o Céu e sim para o Inferno, que isso importa a você, porque é ela quem vai e não você? Você não afirmou que deseja ficar enterrado em tal lugar? Ora, se você vai ficar enterrado no lugar que escolheu, não importa o lugar para onde ela vá. Você estará com seu lugar garantido no túmulo escolhido.

Essas perguntas causam perplexidade e levam muitas pessoas, pela primeira vez, a usarem seu raciocínio no exame do assunto morte. Depois de algum tempo, costumam aparecer saídas como esta, ditas até em tom vitorioso: Não sou eu quem vai ser enterrado em tal lugar; é o meu corpo! Mas, com esta afirmativa, ao invés de resolver o problema, agrava-o ainda mais…

O ar de vitória desaparece logo, ao se lembrar à pessoa que ela usou dois possessivos: meu corpo eminha alma. Ora, o possessivo, como bem ensinam as gramáticas, é a palavra que indica posse. Se há posse, há possuidor. Quem é o possuidor daquele corpo e daquela alma? Quem está habilitado a apresentar-se como proprietário e, consequentemente, reclamar-lhes a posse?

É exatamente essa falta de racionalidade que leva o homem a fugir do assunto, portando-se como a criança que, ao esconder o rosto atrás das mãos, imagina ter resolvido o problema do seu esconderijo. Ou como o avestruz que, segundo dizem, esconde a cabeça sob a areia, ao se encontrar em perigo.

A criatura humana recusa-se a pensar, porque dói pensar na morte. Meditar, refletir sobre a questão, só pode revelar-lhe a sua fragilidade, o seu despreparo diante do magno assunto, do inevitável acontecimento.

E qual a saída para o impasse? A única posição lógica é aquela de o homem assumir a sua condição de Espírito imortal, detentor da posse de um corpo físico, pelo qual ele se manifesta temporariamente, enquanto esse corpo tiver vida, pois é o Espírito quem pensa, quem aprende, quem odeia, quem ama. O corpo é mero instrumento de uso transitório. Pode-se até dizer que é descartável. O Espírito, não. Ele é imortal, indestrutível. É o arquivo vivo de todas as experiências vividas durante a romagem terrena. No corpo espiritual, que sobrevive à morte do corpo físico, conforme ensina Paulo (I Co, 15), fica o registro de todas as experiências vividas pela criatura humana. Nesse trecho de sua carta aos Coríntios, o Apóstolo deixa muito clara a ressurreição em corpo espiritual: Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virão? [v. 35] E, mais adiante, diz: Assim também a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo em corrupção; ressuscitará em incorrupção. (v. 42) Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo animal, há também corpo espiritual. (v. 44) E, para não ficar dúvida quanto à natureza do corpo da ressurreição, diz: E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herda a incorrupção. (v. 50)

Com o fenômeno da morte, o Espírito se afasta do corpo que já não mais lhe serve como instrumento, podendo dizer, na ocasião: Habitei esse corpo, serviu-me ele de vestimenta durante muitos anos. O corpo jamais poderá dizer: Esse espírito que aí vai foi meu, simplesmente porque o corpo é matéria morta, que começa a decompor-se tão logo ocorra a morte.

Ao conscientizar-se dessa realidade, o homem passa a ter uma verdadeira consciência de imortalidade. Quanto mais medita sobre o assunto – desde que desligado de explicações de determinados teólogos –, tanto mais adquire um estado de consciência a que se pode chamar cidadania espiritual. Passa a sentir-se imortal. A morte já não mais se constitui naquele desastre terrível a bi ou tripartir-lhe o ser: Vou para debaixo da terra, minha alma vai para o Céu e eu para não sei onde. Ao assumir a cidadania espiritual, seus horizontes se alargam. Já não é apenas um homem, mas um Ser imortal, cujo destino não se prende apenas à Terra, vez que se sente pertencer ao Universo, às muitas moradas da casa do Pai, conforme ensinamento de Jesus. (Jo, 14:2) Assim pensando, chegamos à conclusão de que somos essencialmente Espíritos, atualmente encarnados. Um dia deixaremos nosso corpo terrestre, como Jesus deixou o Seu, conservando apenas o corpo celeste, imortal, conforme o Mestre, de forma genial ensinou e exemplificou!

sábado, 31 de janeiro de 2015

35ª CONESMA: 150 anos do livro O Céu e o Inferno


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Conheça o Espiritismo para Crianças


Conheça o Espiritismo para Crianças, um folheto de rico conteúdo criado pela Federação Espirita Brasileira a ser trabalhado na Evangelização infantil nos centros espíritas, e com pais e filhos na educação no lar. Confira esta produção, visualize-a, compartilhe e faça download do material.



sábado, 24 de janeiro de 2015

POR UMA "PENA" DE VIDA



O mundo moderno, cheio de conquistas tecnológicas e avanços científicos, ainda não foi capaz de dizimar a violência humana. Analisando a vida coletiva, ficamos até mesmo abismados pelas ocorrências que nos fazem recordar a barbárie, demonstrando que vivemos um estado de civilização ainda carente de valores morais que o sustentem, apesar da nossa mente fértil em inventos de última geração.
              E nesse estado de coisas que vivemos, é comum ouvirmos que a solução para tudo isso seria a pena de morte ! Hoje mesmo ouvi isso no ambiente de trabalho, de cidadãos comumente pacatos, mas que defendem com veemência a exterminação dos violentos. Mas será que isso efetivamente funcionaria e seria a solução definitiva para os nossos males modernos?

              Se pensarmos bem, a  pena de morte  já existe, e grupos organizados promovem a matança aos milhares. Os próprios bandidos costumam ter vida muito curta, mortos pela polícia ou por seus rivais, quando não por vinganças. Mas nem o fato de verem a morte bem de perto, de verem isso acontecer com os seus pares e familiares diariamente contém seus atos de violência.  É que a questão é mais profunda, e o medo da morte não resolveu a situação da violência.
              Em países que adotaram a pena capital, também não houve eliminação dos crimes e da violência. Além disso, surge outro problema: os erros judiciais. Nesses países há relatos de inúmeros injustiçados nas condenações. E fico a pensar como seriam esses erros no sistema judiciário brasileiro, cheio de falhas e morosidade.  E qual seria a instância política, jurídica  ou legislativa com força moral suficiente para julgar e condenar alguém à morte? Isso sem falar nas consequências espirituais de uma instância de morte institucionalizada, o que deixaremos para a consciência religiosa de cada um avaliar.
              Claro que os crimes chocam e a violência nos assusta. E falo com propriedade de quem já teve uma arma apontada na cabeça, uma pessoa da família assassinada brutalmente e outra violentada. E sei que com outros isso e coisas piores ocorreram.  É que a violência está aí, e não poupa ninguém em nosso círculo íntimo. 
              Talvez já seja o momento de trabalharmos em prol de uma pena de vida. Isso se inicia educando a nossa própria violência, pois se a violência coletiva existe, ela habita também em nosso mundo interno, e muitas vezes não nos damos conta disso. Quantas vezes somos violentos no trato, se não de forma física, emocional?  Quantas vezes queremos impor nossos pontos de vista?  E quantas vezes violentamos os próprios valores que dizemos acreditar? E tudo isso, em última instância, é violência que alimenta a violência coletiva.
              A partir do cuidado com a nossa violência, cuidar da educação dos nossos, esmerando-se para torná-los cidadãos conscientes e com respeito ao próximo e ao coletivo. A carência educacional tem alimentado a violência de várias formas, e só pode ser sanada quando abraçarmos de forma conveniente a tarefa de educar, não a transferindo às escolas e profissionais pagos, que são apenas auxiliares nessa tarefa.
              E vendo a miséria e desigualdade social que campeia à nossa volta, não podemos ficar inertes, pois isso também nos diz respeito. Se não podemos mudar o mundo, podemos de alguma forma, mínima que seja, auxiliar as comunidades próximas a nós que, negligenciadas, muitas vezes recorrem a métodos violentos para retirar dos outros o que acreditam merecer.
              Ele, o maior Mestre da humanidade, foi vítima da pena de morte, e nos ensinou o amor como caminho para transformação e construção da sociedade, harmônica e ideal, que não será construída do dia para a noite, mas que nunca existirá se não fizermos a nossa parte. 
Por Cláudio Sinoti do Correio Espirita